GERAL Minas Gerais
DER-MG já inicia recuperação da LMG-614, em trecho interditado pelas chuvas
Rotas de desvio já foram criadas para que tráfego na região não fique paralisado
16/12/2022 13h00
Por: Marcos Lima Fonte: Secom Minas Gerais
Seinfra / Divulgação

As equipes do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) iniciaram na quinta-feira (15/12) levantamentos para o projeto de recuperação da rodovia LMG-614, no trecho entre as cidades mineiras de Divisa Alegre e Divisópolis, no Vale do Jequitinhonha.

A rodovia foi totalmente interditada, no km 8, próximo ao povoado de Giçaras,  após fortes chuvas que ocorreram no local terem rompido um bueiro.

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“Assim que ficamos sabendo do problema enviamos uma equipe para analisar o ponto, tomar as providências de sinalização, apontar a solução e realizar um projeto emergencial. Devido à extensão do rompimento, pode ser que tenhamos que realizar processo licitatório para a execução dos serviços”, ponderou o diretor-geral do DER-MG, Rodrigo Tavares.

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Rotas de desvio

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Para os motoristas de carros leves e veículos pesados, que vão de Divisópolis em direção a Salinas e Teófilo Otoni, a rota recomendada é seguir pela LMG-610, trafegando por 20 quilômetros de rodovia pavimentada e outros 46 quilômetros não pavimentados, passando pelo povoado de Araçagi até Pedra Azul. Depois acessar a CMG-251, até o entroncamento da BR-116. Nesta rota, há o acréscimo de 80 quilômetros no trajeto.

Carros de passeio que vão para Vitória da Conquista, na Bahia, a partir de Divisópolis, devem seguir pela LMG-610, até o entroncamento da BA-635, sentido ao município baiano de Encruzilhada, seguindo pela BA-270, até o entroncamento da BR-116. Este trajeto é realizado em 74 quilômetros de trecho não pavimentado.

Monitoramento

O DER-MG tem trabalhado em regime de plantão em todas as unidades regionais durante o período de chuvas. Em qualquer ocorrência registrada nas rodovias sob responsabilidade do departamento a meta é chegar ao local em até 4 horas e começar os trabalhos de desbloqueio em, no máximo, 24 horas.

Em casos mais graves, o prazo é de até 48 horas para que equipe de sondagem e projetistas comecem a realizar as primeiras análises e apontar quais soluções serão adotadas.

Outra providência a ser adotada pelo DER-MG durante a estação das águas é, no caso de interrupções, tentar implementar pequenos desvios, próximos aos pontos afetados, para que a circulação de veículos seja restabelecida no mais curto prazo possível.