Passada a 1ª semana após as eleições, escolhidos e nomeados os novos ministros brasileiros e secretários do Estado de Pernambuco, é chegada a hora de todos mudarem suas retóricas, seus paradigmas, descerem do palanque o pensarem no que poderão fazer para mudar a vida dos brasileiros.
No nosso caso específico, a vida dos pernambucanos.
Embora os apoiadores e opositores continuem usando os motes de campanha, dividindo os brasileiros em lulistas e bolsonaristas, direita e esquerda, isso já não tem mais liga a partir de agora.
Lula e seus ministros, a patir de agora, devem tomar como base o que acham que foi feito errado no governo Bolsonaro e procurarem colocar em prática o que acha que é o correto e, mais na frente, nós, o povo – e eles próprios -, constatarem se realmente a fórmula certa é esta que usarão a partir de agora.
Não adianta mais ficar citando Bolsonaro, seus ministros e “os erros que cometeram”, porque isso não vai mudar em nada a vida dos brasileiros.
Sem se incomodarem nem terem que dar resposta a todo o instante a uma parte da imprensa, opositores, a turma que perdeu e se sente injustiçada. Nada disso interessa nem vai impactar em nada na vida dos pernambucanos.
O que interessa, agora, é todos trabalharem em prol de atos positivos para a população.
Perdedores como Marília Arraes, por exemplo, o que falarem agora será considerado como choro de derrotados, reclamação de quem perdeu a eleição e perdeu algumas regalias que tinham do governo passado, para si ou para os seus.
E urge que todos os atores políticos, toda a imprensa – de direita ou de esquerda, porque embora devessem ser neutros, isto existe -, passem a se preocupar, a agir e a comentar coisas e fatos inerentes ao atendimento às necessidades da população, para que se evitem episódios como os que aconteceram neste domingo (8/1) com a invasão aos três poderes do país, em Brasília.
É hora de trabalhar. E muito.
Trabalhar para mudar o que estagnou, o que foi feito erroneamente, o que deixou de ser feito. Trabalhar para tirar das ruas, sobretudo do centro do Recife, mas também em vários pontos da Região Metropolitana, a horda de mendigos, vagabundos, assaltantes que se espalham por ruas muits das quais que estão a menos de 200 metros do Palácio do Campo das Princesas, um quadro horrível e negativo para quem é daqui, para quem chega, quem vem fazer turismo.
E, em parceria com as prefeituras da RM, promover mudança que mudem o atual cenário, que desocupem as vias centrais das cidades, que limpem a cidade para acabar com o odor de urina que persiste há mais de 20 anos em ser observado e reclamado por quem o sente.
Hora de se proteger os cidadãos, daqui e de fora, de assaltos, de homicídios e de violência, com um policiamento ostensivo e frequente pelas ruas da cidade, para se evitar esses crimes e o vandalismo que destrói os prédios públicos e particulares, as obras de arte, as melhorias que são disponibilizadas para a população e logo cedo ficam sem uso, sem qualquer utilidade.