Estamos ainda em meados de junho faltando, portanto, mais de um ano para as eleições municipais de 2024.
Há um ditado português que diz que “quem é coxo parte cedo” e, embora não o sendo, João Turbina já está na estrada e não para de fazer e receber visitas para debater, discutir, ouvir e trocar ideias para buscar as melhores formas de poder montar um projeto de desenvolvimento para o Cabo de Santo Agostinho.
"É se conversando, discutindo, trocando ideias que se chega a um lugar comum, com condições de estabelecer projetos e planos para se buscar o melhor que se pretende desenvolver para um povo, para uma cidade. Eu aprendi isso ouvindo opiniões, ouvindo o povo durante a campanha das eleições de 2022 e foi quando percebi que a população quer mudanças, quer melhorias, o que não vem acontecendo no Cabo nos últimos anos", ressaltou Turbina.
O município da Região Metropolitana do Recife, com uma população em torno de 210 mil habitantes (IBGE/2020), embora esteja na 5ª posição entre as 10 cidades com maior PIB em Pernambuco, num total, segundo dados do IBGE/2019, de R$ 9.922.739,36 mil, atrás apenas de Recife, Jaboatão dos Guararapes, Ipojuca e Goiana (1º ao 4º), e à frente de Caruaru e Petrolina (6º e 7º, respectivamente), não vem tendo um crescimento à altura de sua importância e do volume do seu Produto Interno Bruto.
Como grande empresário, conhecedor da história e do potencial do município, que acompanha desde 1984, quando voltou de São Paulo para Pernambuco, João Turbina tem vários planos e projetos já desenvolvidos, para impulsionamento do crescimento do município cabense, com geração de emprego e renda, o que resultará em uma melhor qualidade de vida para a população.
Nesta quinta-feira (22/06), João Turbina recebeu a visita do ex-prefeito do Cabo, no período de 1993 a 1996, Jacó Gomes da Silva, outro grande conhecedor da história, dos problemas e das possibilidades de desenvolvimento da cidade e dos caminhos para grandes realizações.
Com certeza, nesse encontro, eles trocaram muitas informações e elucubraram bastante sobre possíveis parcerias para 2024, quando poderão caminhar juntos num projeto de reabilitação e de crescimento do Cabo de Santo Agostinho.
"Meu mandato terminou em 1996 mas eu não deixei de me preocupar com o Cabo de Santo Agostinho, terra que eu amo e a qual acompanho em todos os momentos. E, nesse acompanhamento, ouvindo as pessoas, andando pela cidade, eu sinto que a população não está feliz e deseja mudanças de comando. Por isso tenho andado mais e discutido com várias pessoas, e João Turbina é uma dessas pessoas que a gente sente que tem os mesmos anseios nossos", afirma Jacó.
O que se espera, sobretudo a população do município onde, verdadeiramente, ‘nasceu o Brasil’, é que o que venha a se decidir resulte em melhores dias, com mais desenvolvimento, mais segurança, mais educação e mais saúde para os mais interessados, que são os que têm poder para decidir quem comandará a cidade a partir de 2025: o povo.