
A temperatura está subindo a cada dia mais em torno das manifestações do Pastor Silas Malafaia, que vem se intitulando o maior líder evangélico do Brasil, desagradando, inclusive, sua própria classe.
Polêmico, como sempre, o “maior pregador evangélico” brada aos quatro ventos que tem alto poder de influência sob o Presidente Jair Bolsonaro, muitas vezes querendo fazer crer que é o único e como se ele fosse a “voz de liderança dos evangélicos do Brasil.
O mais recente exemplo disso é que nas, últimas semanas, Malafaia tentou – e continua tentando -, empurrar André Mendonca e William Douglas para cima do Presidente, criando, com isso, grande mal estar entre os evangélicos, querendo que uma de seus pupilos, a qualquer custo, seja o indicado à vaga no STF.
Qual o interesse de ele tomar essa frente de peito aberto?
O fato é que outras lideranças, com “influência” igual ou maior, sequer precisam convencer quem quer que seja, como Malafaia vem fazendo.
Essas atitudes polêmicas e declarações autoritárias vêm incomodando líderes, deputados e senadores da bancada, bem como representantes das igrejas Universal, Assembleia de Deus e Internacional do Reino de Deus, que já começaram a se incomodar com a postura de Malafaia.
Oremos, pois, para que tudo se acalme na Capital Federal e o Presidente possa fazer sua escolha em paz e após bastante reflexão sobre o que é melhor para o Brasil.