A Nicarágua é um País com uma taxa de alfabetização de adultos acima de 80%, conforme os dados mais recentes que são os de 2015, sendo maior entre as mulheres (82,8%) do que entre homens (82,4%).
A taxa de alfabetização leva em conta o domínio da leitura e escrita da língua espanhola. O país destina cerca de 4,4% de seu orçamento anual para gastos e investimentos em educação, o que se revela baixo em comparação com as nações vizinhas e outros países do mundo.
A educação primária é gratuita na Nicarágua. Existe um sistema de escolas particulares, muitas das quais são religiosamente afiliadas e frequentemente têm programas de inglês mais robustos.
Apesar desses números, até 1979 o sistema educacional nicaraguense era um dos mais pobres da América Latina. Um dos primeiros atos do recém-eleito governo sandinista em 1980 foi uma extensa e bem-sucedida campanha de alfabetização, usando alunos do ensino médio, universitários e professores como professores voluntários, o que resultou na redução da taxa geral de analfabetismo de 50,3% para 12,9%, dentro de apenas cinco meses. Este foi um de uma série de programas de grande escala que receberam reconhecimento internacional por seus ganhos em alfabetização, saúde, educação, creche e reforma agrária.
Em setembro de 1980, a UNESCO concedeu à Nicarágua o prêmio Nadezhda Krupskaya pela campanha de alfabetização promovida pelo país.
Ao longo de sua trajetória colonial, a Nicarágua teve sua economia voltada à agroexportação e um rápido surto minerador.
Em 1975, quando a educação ainda não tinha os números que viria a ter nos anos 80, o jovem Sebastian Chong, nicaraguense filho de pai chinês e mãe nica, resolveu migrar para o Brasil para continuar seus estudos cursando um curso superior.
Escolheu Pernambuco para viver e o curso de Agronomia, na Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Na universidade, conheceu a colega de curso Maria do Rosário, namoraram, casaram e Sebastian resolveu continuar em Pernambuco.
Depois do curso, formatura, casamento, filhos resolveu, então, criar uma bebida, inspirado na marca de renome mundial Flor de Caña, produzida notavelmente no seu país de origem.
O envelhecido clássico, que nasceu em Recife (PE), mas hoje é produzido no Sítio Pirapama, no Cabo de Santo Agostinho, é feito da pura Flor de Cana, que lhe dá um delicioso odor de frutas, recebeu a denominação de Ron Tiger, representando a sua força.
O ron trás a apresentação clássica, mas também está sendo disponibilizado na edição especial para colecionadores, que é bem mais refinada.
Atualmente, vem sendo produzido em torno de 500 litros por semana, mas, a tendência é que, já no início do próximo ano, para o que haverá um maior investimento nos setores comercial e de marketing.