
Por Marcos Lima Mochila
Esta quinta-feira foi bastante animada para os investidores. O Comitê de Política Monetária do Banco Central, como já era esperado, voltou a cortar pela quarta vez a taxa básica de juros, desta feita para um mínimo histórico de 4,5%.
Uma combinação de desemprego alto, baixo crescimento econômico, inflação controlada e avanço na agenda de reformas resultou num movimento de queda. As expectativas para 2020 é que “os próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”, segundo afirmações da instituição no dia de ontem (11/12), levando a uma inflação controlada, conforme foi apurado pelo boletim Focus.
As previsões para 2020, 2021 e 2022 são de 3,6%, 3,75% e 3,5%, respectivamente.
As projeções para o crescimento econômico têm avançado, mostrando uma expansão de 1,1%, em 2019 e de até 2,24%, em 2020, segundo as mais recentes projeções.