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DO FUNDO DA MOCHILA

Notícias, Notas, Artigos etc

Marcos Lima
Por: Marcos Lima Fonte: Pesquisas da Redação
18/07/2020 às 23h59
DO FUNDO DA MOCHILA

 

 

Bolsonaro aprova lei que suspende pagamento do

Fies na pandemia

Apesar de tantas tricas e futricas, de demonstrações da oposição de que quer mais é que o barco afunde, o Governo Federal tem estado atento às necessidades dos brasileiros, com muitas ações que têm contribuído para diminuir os problemas, sobretudo das classes menos favorecidas, durante este triste tempo que vivemos. 

Uma dessas boas ações, ocorrida nessa 1ª quinzena de julho, foi a que possibilita aos estudantes a oportunidade de poder adiar o pagamento das dívidas estudantis. 

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com um veto, a lei que suspende temporariamente o pagamento do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) até 31 de dezembro deste ano, data final do período de calamidade pública determinado pela pandemia de coronavírus. 

De acordo com a lei publicada no Diário Oficial da União no dia 10/7, ficam suspensas as obrigações de: pagamentos destinados à amortização do saldo devedor dos contratos; de pagamento dos juros; de pagamento de parcelas vindas de condições especiais de amortização ou alongamento excepcional de prazos para os estudantes inadimplentes com o Fies e de pagamento ao agente financeiro vinculado a multas por atraso de pagamento durante os períodos de utilização, de carência e de amortização do financiamento.

Para formalizar a suspensão do pagamento, o estudante deve realizar a solicitação presencialmente em agência bancária ou por assinatura eletrônica nos termos do regulamento.

 

  Governo zera imposto de medicamento para atrofia muscular espinhal

O presidente Jair Bolsonaro informou, por meio de redes sociais, que medicamento para atrofia muscular espinhal terá a alíquota do Imposto de Importação zerada.

“O governo zera Imposto de Importação de medicamento para Atrofia Muscular Espinhal, que paralisa até o corpo todo. A medida beneficia crianças de até 2 anos portadoras da doença. A desoneração do medicamento, um dos mais caros do mundo, trará nova esperança às crianças portadoras”, diz a mensagem postada pelo presidente no Twitter.

Segundo o Ministério da Saúde, a atrofia é uma doença rara, degenerativa, sem cura até o momento, passada de pais para filhos e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover.

Varia do tipo 0 (antes do nascimento) ao 4 (segunda ou terceira década de vida), dependendo do grau de comprometimento dos músculos e da idade em que surgem os primeiros sintomas.

 

Como funcionam as vacinas autorizadas para testes no Brasil

 

 Os números de novas contaminações por coronavírus aumentam numa velocidade que amedronta o mundo, cada vez mais.

A única solução possível para conter essa pandemia no Brasil é uma vacina.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu autorização para que dois projetos em fase 3 - de testes em humanos -, realizem ensaios clínicos no Brasil: o da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e o da biofarmacêutica chinesa Sinovac Biotech.

Esses projetos pressupõem parcerias com instituições brasileiras – inclusive uma delas é o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG – e aquisição de alguns milhões de doses das vacinas pelo país posteriormente, entre dezembro deste ano e meados do ano que vem.

Neste episódio, a microbiologista e presidente do Instituto Questão de Ciência, Natalia Pasternak, explica como funcionam cada uma dessas vacinas e as implicações da participação do Brasil nessas empreitadas.

 

Pesquisa da Crise do Coronavírus

Pesquisa DataPoder360 mostra que 47% dos brasileiros acham que a crise do coronavírus ficou mais grave nas últimas duas semanas, enquanto que os que veem a situação menos grave agora são 18%. Para 28%, o cenário está igual. 7% não souberam responder.

A pesquisa foi realizada de 6 a 8 de julho de 2020 pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, por meio de ligações para celulares e telefones fixos.

Além do impacto na saúde pública, a pandemia também tem forte influência sobre a economia. As medidas restritivas de circulação impedem parte das pessoas de trabalhar, resultando num outro dado citado pela mesma fonte de pesquisa, que 63% dos brasileiros deixaram de pagar alguma conta no último mês por causa da crise provocada pela pandemia.

 

Bolsa fecha acima de 100 mil pontos, o maior nível em quatro meses

A marca é comemorada com muita vibração, mas com cuidado (Foto: Nelson Antoine)

Em um momento crucial de todo o mundo, em virtude da pandemia do Covid-19, marcado pela mistura de notícias do exterior e pela retomada das discussões sobre a reforma tributária, o dólar caiu e a bolsa de valores subiu. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou na última sesta sexta-feira (17/7) aos 102.888 pontos, com alta de 2,32%.

O indicador alcançou o nível mais alto desde 4 de março, uma semana antes de a OMS (Organização Mundial da Saúde) decretar a pandemia do coravírus. Na ocasião, a Bolsa fechou aos 102 mil pontos.

Esta alta na Bolsa tem muito a ver com o bom ânimo dos investidores com as notícias de que a farmacêutica Gilead anunciou que seu tratamento com o medicamento remdesivir reduziu drasticamente a mortalidade por conta do novo coronavírus.

Presidente do STF, Dias Toffoli (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)

STF pressiona contra redução salarial e corte de benefícios

Em meio à crise econômica desencadeada pelo novo coronavírus, o STF (Supremo Tribunal Federal) tem pressionado o Congresso para preservar o próprio salário e evitar a aprovação da redução de vencimentos e de jornada de trabalho de servidores públicos.

A corte, inclusive, fez questão de declarar, nesta semana, a inconstitucionalidade de artigo da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que permitia a diminuição de vencimentos do funcionalismo como alternativa para enfrentar problemas financeiros.

Além do lobby em favor da própria remuneração, o Supremo também dá demonstrações de que não quer mexer nos chamados penduricalhos da magistratura, os benefícios que engordam o salários dos juízes.

Ou seja: podem mexer em tudo, reduzir preço da gasolina, remédios, salários de policiais, de professores, do presidente da República... tudo pode, menos mexer nos salários, nos penduricalhos, nos alhos e nos bugalhos de vossas majestades.

Não se pode adotar nenhuma medida que afete o bolso da categoria. 

Taxas de juros mais baixas pelo mundo têm

feito ouro e bolsa subirem

O ouro tem atraído a atenção de investidores (Foto: Michael Dalder/Reuters)

A redução das taxas de juros pelos bancos centrais no mundo tem promovido intenso movimento nos preços dos ativos de risco e quebrado correlações históricas entre eles. Ouro e ações, que costumavam ser ativos descorrelacionados, apresentam oscilação forte e na mesma direção este ano.

É possível ver que o metal dourado retoma o máximo atingido no fim de 2012.

No ano de 2018, quando o FED (Banco Central americano) aumentava as taxas de juros, com receio de aquecimento na economia, o ouro atingiu sua mínima nos últimos 9 anos.

O ouro é um ativo que não produz renda. Quem compra ouro deixa de ganhar qualquer taxa de juros. Portanto, quando as taxas de juros estão mais elevadas, o ouro costuma cair de valor devido ao custo de oportunidade mais alto.

No entanto, a queda das taxas de juros e a expectativa de não elevação, pelos próximos meses, torna barato manter ouro no portfólio.

“Ambos, ouro e S&P500 estão próximos de suas máximas históricas. No entanto, se você acredita que não deve haver muito mais queda de juros ou variação significativa do DXY, prefira apostar no S&P500, pois além do mercado de ações americano ser menos impactado, há os dividendos das ações que o ouro não produz”, é o que aconselha Michael Viriato, professor de finanças do Insper e sócio fundador da Casa do Investidor.

 

Roberto Carlos recupera  direito de obras produzidas de 1960 a 1990

 

Roberto Carlos, 79, conseguiu na Justiça a rescisão de seus contratos de cessão de direitos autorais com a Universal Music. Em nota enviada à reportagem, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro confirmou que, com a decisão, feita na 2ª Vara Empresarial, tanto o Roberto quanto Erasmo Carlos recuperam o direito sobre suas obras produzidas entre as décadas de 1960 e 1990.

Parceiros há cinco décadas, os cantores e compositores acusam a editora de ter abandonado a gestão contratual e de pagar remunerações irrisórias pela execução de suas músicas por empresas de streaming, diz a nota. A medida é retroativa à notificação extrajudicial da empresa, realizada em julho de 2018.

A sentença da juíza Maria Cristina de Brito Lima reconheceu que os contratos alvo da disputa têm natureza de edição e declarou a inexistência de direitos

autorais da empresa sobre as obras da dupla.

Martha Rocha, primeira Miss Brasil, morre em Niterói (RJ)

 

Martha Rocha, a 1ª Miss Brasil, morreu no início deste mês (4/7), aos 87 anos, em Niterói (RJ), em decorrência de uma insuficiência respiratória seguida de infarto. Seu corpo foi enterrado no Cemitério no Santíssimo Sacramento.

“A vida dela foi muito sofrida nos últimos anos, ela estava acamada há muito tempo e não conseguia andar. Morreu sem muito sofrimento, rodeada de pessoas que cuidavam dela. Esses últimos meses a gente só se falava através de contatos telefônicos. Sinto falta da minha mãe, mas ela descansou”, disse Álvaro Piano, um dos filhos.

Maria Martha Hacker Rocha foi eleita a 1ª Miss Brasil em junho de 1954, em um concurso no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, na região Serrana do Rio de Janeiro. No mesmo ano, Martha disputou o concurso de Miss Universo e ficou em 2º lugar, atrás da norte-americana Miriam Stevenson.

Na época, disseram que ela só perdeu o título por conta de “duas polegadas” a mais do quadril, fato que ela desmentiu tempos depois.

Martha Rocha foi casada com o banqueiro português Álvaro Piano, com quem teve dois filhos, que morreu em um desastre de avião. De volta ao Brasil, casou-se com Ronaldo Xavier de Lima e teve outra filha, a artista plástica Claudia Xavier de Lima.

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