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ARTIGO

Por Marcos Lima Mochila

Marcos Lima
Por: Marcos Lima Fonte: Redação Portal Difusão Total
21/02/2021 às 10h39 Atualizada em 21/02/2021 às 10h49
ARTIGO

 

 

Felicidade nasceu com ela

 

Deus, com a sua imensa bondade, nos reserva às vezes surpresas que jamais poderíamos imaginar acontecer... 

Assim foi que, no dia 31 de agosto de 2013 soubemos da sua existência.

Seis meses depois, no dia 20 de fevereiro de 2014, nascia Maria Clara, minha 5ª filha, a 1ª com Jéssica.

Eu, então, com 62 anos, jamais poderia imaginar que Deus me daria um presente tão maravilhoso e significativa para a minha vida.

Quis o destino que ela recebesse dois nomes de tão grande significância:

·       Maria, o nome da Mãe de Jesus, da Mãe do Mundo, e

·       Clara, de claridade ou, segundo o Dicionário de Nomes Próprios, de “brilhante", "luminosa" e "ilustre".

É que pra mim ela representou isso muito bem: brilhante e luminosa, para dar um novo brilho à minha vida, iluminar o meu caminho, me guiar; e ilustre ao ponto de me fazer voltar a ter a vontade de lutar, de realizar nova conquistas, de me fortificar.

Por isso ela é tão diferente, tão especial, em minha vida. Porque me fez renascer e, renascendo, me fez também criança pra com ela me embrenhar em aventuras que já nem mais imaginava tentar. Fez-me voltar a brincar do que eu jamais tinha brincado: de casinha, de boneca, dessas coisas que menina gosta de brincar. Mas, ao mesmo tempo, me fez voltar a brincar de esconde-esconde, de pega, de jogar bola...

E já lá se vão 7 anos nessa pisada.

Por isso, o dia de ontem foi só dela e para ela. Para fazer todos os seus gostos, para ficar ao seu lado, para andarmos pela rua notando o quanto é maravilhosa a vida, principalmente quando há um motivo tão importante para se viver.

E, durante o seu dia, eu fiz o que mais tenho feito desde que me entendo de gente: agradecer a Deus por Ele ser tão bondoso comigo, por Ele reservar para a minha velhice uma companhia tão especial que, ainda por cima, me põe em seu colo e, ainda menina, me nina como se seu filho eu fosse. E acho até que sou, também.

Porque durante esses últimos 7 anos eu tenho descoberto - a cada dia que eu acordo, a cada dia em que eu me deito -, o quanto eu devo ser grato a Deus por me ter dado tanto. E nesse tanto, ela representa muito.

E é por isso que, embora tenha sido o seu dia, para mim foi mais um dia só seu.

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